A lei foi sancionada em 31 de março. A vigência começa em janeiro de 2027. Este guia mostra o que a sua empresa precisa ter pronto até lá — e como transformar uma obrigação legal em vantagem real.
Leandro Ziotto é co-fundador da CoPai — Coalizão Licença Paternidade, o movimento que articulou a aprovação da Lei do Pai Presente no Congresso. Este não é um resumo feito de fora. É o material de quem estava na mesa.
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Baixar o guia em PDFA Constituição de 1988 previu a licença-paternidade e deixou a regulamentação para depois. O "depois" levou 37 anos. Agora a lei existe, tem data marcada e é obrigatória — e quem só começar a olhar isso em dezembro vai entrar em 2027 apagando incêndio.
Do contexto legal ao passo a passo operacional — com a base científica citada e verificável no final.
Não o total de homens. Pais — e quantos devem ter filhos nos próximos 24 meses. Sem esse número não existe planejamento de folha nem de cobertura de ausência.
Regulamento interno, intranet, contrato e comunicação precisam refletir as novas regras antes de janeiro de 2027. Onde essa informação está escrita errado agora?
A política existe por lei. Mas é o gestor direto que decide, na prática, se o pai se sente à vontade para usá-la. Esse é o ponto onde a maioria das empresas falha.
O guia é gratuito e leva 15 minutos para ler. O que você faz com ele depois é o que separa cumprir a lei no susto de usar essa mudança a favor da sua cultura.
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